Uma briga de gangues rivais provocou tumulto no início da tarde de ontem, no entorno do Hospital das Clínicas, na Cidade Universitária. Segundo informações da Polícia Militar PM), que estava fazendo ronda o local, um grupo dos Torrões queria matar um jovem que é a comunidade da Várzea. Durante o confronto, todos passaram por dentro do estacionamento do hospital, causando pânico em quem estava na unidade de saúde. O rapaz ue seria o alvo se refugiou na aixa Econômica Federal, por rás do prédio da Sudene. Com mdos grupos, osmilitares enontraramuma faca, que seria tilizada no assassinato. Os policiais abordaram o rupo saindo por um dos porões laterais do HC. A PM encaminhou todos os envolvidos ara a Delegacia da Várzea e, a sequência, todos seguiram para a Gerência de Polícia de criança e Adolescente (GPCA), ois dois menores estavam entre os participantes da convulsão. Segundo o superintenente de segurança da UFPE, rmando Nascimento, resonsável também pela proteão do HC, ninguém chegou a ntrar no prédio. Já na maior emergência do estado, não bastasse a aflição de acompanhar um parente no leito hospitalar, as pessoas precisam lidar, ainda, com a possibilidade de serem roubadas dentro do Hospital da Restauração (HR). O medo é de todos, pois as portas de acesso e os corredores do prédio estão sem os vigilantes terceirizados, o que possibilita a oportunistas terem acesso ao local à noite. Os seguranças estão de braços cruzados por conta de atraso de salários. Ontem, mais um caso de furto foi registrado no posto policial do HR. Só neste mês, já teriam ocorrido seis casos semelhantes. Já no HR, Antônio Carlos da Silva, 48, ficou surpreso por ter passado 24 horas sem ver um vigilante. “Não vi seguranças no HR. Entrei, ninguém me perguntou nada. Rodei quase tudo aí por dentro enquanto minha filha recebia atendimento.” O comissário da Polícia Civil Admilson Leleu trabalha no posto policial do HR e explicou que, normalmente, são registrados furtos na unidade. De acordo com a PM, o policiamento no HR foi intensificado tendo em vista a demanda. A polícia alertou para a importância de registrar as denúncias no 190 e em uma delegacia.
Fonte: Folha de Pernambuco



