Médicos do HGV intensificam movimento por melhorias

Esclarecimentos e posicionamentos. Na noite desta terça-feira (09/12), na sede do Simepe, os médicos que trabalham no Hospital Getúlio Vargas, no Recife, participaram de Assembleia Geral Extraordinária (AGE), coordenada pela presidente do Simepe, Claudia Beatriz Andrade e pelo secretário geral Tadeu Calheiros que relataram os detalhes da audiência de instrução que aconteceu no Ministério Público Estadual (MPPE). Esse encontro reuniu promotores de Justiça, gestores da SES, diretores do HGV, chefias médica e de enfermagem, representantes de Conselhos (Cremepe, Crea e Coren), de Sindicatos dos Médicos, Enfermagem e Técnicos de Enfermagem, entre outras entidades. Na ocasião, a presidente do Simepe, Claudia Beatriz, fez a leitura da nota técnica da Defesa Civil do Estado sobre as condições estruturais do hospital, principalmente nos blocos G1, G2 e G3, e se mostrou solidária ao grave problema enfrentado pelos profissionais médicos. Ao final das discussões e esclarecimentos, ficou deliberado a realização de nova AGE, na próxima sexta-feira, dia 13/10, às 09h, no saguão principal do HGV, para avaliação e definição dos rumos do movimento.

O Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) participou na tarde desta terça-feira (10/12) de audiência no Ministério Público de Pernambuco (MPPE), sob comando das promotoras Helena Capela e Ivana Botelho. Na oportunidade, estiveram presentes ainda a Secretaria Estadual de Saúde (SES); Conselho Regional de Medicina (Cremepe); Conselho Regional de Enfermagem (Coren); Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea); Coordenadoria de Defesa Civil do Estado de Pernambuco (CODECIPE); e os sindicatos dos enfermeiros e dos técnicos de enfermagem.

Na audiência, o Simepe – representado pela presidente Claudia Beatriz; o vice, Walber Steffano; o secretário geral Tadeu Calheiros; e os diretores executivos Mário Jorge Lobo e Fernando Junior – pontuou de forma firme a inércia do Estado sobre essa situação, que fez o Hospital Getúlio Vargas chegar à essa realidade de caos e insegurança. O Sindicato também cobrou medidas efetivas e definitivas para sanar os problemas que hora se apresentam, bem como a apresentação de um cronograma de execução dessas obras vitais, não se restringindo apenas a um plano de diagnóstico de problemas na unidade.

Compartilhe:

Deixe um comentário

Fique por dentro

Notícias relacionadas