Insatisfação. Médicos do Hospital Maria Lucinda participaram na noite desta quarta-feira (9) de Assembleia Geral coordenada por representantes do Simepe e da Defensoria Médica. Na ocasião, os profissionais decidiram intensificar a luta pela regularização do pagamento dos salários atrasados e aguardam resposta da gestão do Hospital até a próxima segunda-feira (14). Caso contrário, o Simepe vai tomar as medidas judiciais cabíveis em defesa dos médicos que atuam nos setores de clínica médica, pediatria e ortopedia.
Além do não pagamento dos salários de mais de 40 médicos desde novembro, a equipe do Hospital Maria Lucinda ainda encara outros problemas, sobretudo de estrutura e condições de trabalho. A reforma iniciada há dois anos fechou a ala pediátrica da emergência, que passou a compartilhar a ala ortopédica. Eram dois consultórios que foram divididos, o que prejudica o atendimento dos pacientes. Dentro da sala da pediatra são dois birôs, onde os médicos atendem ao mesmo tempo. Na próxima AGE, serão decididos os rumos do movimento.



