Os médicos da rede estadual continuam sem definição de reajuste. Os últimos índices foram insignificantes – 5% em 2015 dividido em três parcelas – 1% retroativo a maio, 2% em outubro e 2% em dezembro. Já em 2016 não houve aumento, enquanto em 2017 foi de novo parcelado, totalizando 6,29%, o equivalente à inflação. Em 2018 tivemos em julho um percentual ínfimo de 2,85%. Ou seja, além de ser pouco, ainda há o fracionamento, daí ninguém sente. Para agravar, o governo não aplica os percentuais de progressão, titulação e insalubridade, gerando perda. O Sinmed já retomou as negociações que foram iniacidas na gestão do secretário Crhistian. Agora, com a chegada de Alexandre Ayres, tivemos que voltar do zero… mas não cansamos nem perdemos a esperança.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed-AL)



