SÃO PAULO – O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ontem que a pasta conseguiu economizar, em quatro meses, R$ 1 bilhão. Essa quantia será investida no custeio de 99 unidades de pronto atendimento (UPAs), na oferta de 1.401 novos serviços em Santas Casas e hospitais filantrópicos, e na ampliação de medicamentos.
Esse montante, segundo o ministro, foi conquistado a partir da redução dos custos de contratos, de serviços gerais – como alugueis e contas de telefone -, dos preços dos medicamentos, além da extinção de cargos da própria pasta. Ao todo, 417 cargos, sendo 335 de livre nomeação foram extintos.
Barros explicou que a prioridade, a partir de agora, será modernizar o atendimento à população, com novas tecnologias que vão trazer benefícios aos pacientes. “Os sistemas de informação do SUS é nossa grande prioridade para melhorar o atendimento e reduzir custos.”
O ministro afirmou que as UPAs vão receber repasses de R$ 182 milhões por ano a partir de outubro. Com isso, todas as unidades que funcionavam sem a contrapartida do ministério passam a receber valores mensais. As portarias para o custeio das UPAs serão publicadas nas próximas semanas.
Já para o financiamento dos 1.401 novos serviços em Santas Casas e instituições filantrópicas, a pasta vai destinar R$ 371 milhões ao ano – a expectativa é que o dinheiro seja liberado até dezembro. Segundo o ministério, 216 hospitais devem ser beneficiados. A pasta também informou que R$ 227 milhões serão destinados à produção da vacina meningocócica e compra de medicamentos.
Fonte: Jornal do Commercio



