Ultrassom, em vez de tomografia

Ultrassonografia do sistema ervoso central como no processo de triagem inicial de bebês com suspeita de microcefalia associada ao vírus zika. O professor de genética édica da Universidade de ão Paulo, Thomaz Gollop, defende que o Ministério da saúde altere o protocolo atual adote o exame. Segundo Gollop, o equipamento pode ser encontrado na maior parte das unidades de saúde que atendem gestantes o País, além de se tratar de um exame relativamente barato, em relação à tomografia, que é realizada hoje para conformação dos casos. “A tomografia exige disponibilidade de profissionais treinados e um equipamento mais sofisticado. O acesso a esse exame é mais complicado que o acesso ao ultrassom”, defende. Gollop assegura que as lesões cerebrais provocadas pelo zika são graves e fáceis de serem lidas por ultrassom. “Teríamos um número menor de casos suspeitos e um número mais apurado de casos prováveis.” Após a aferição do perímetro cefálico e, havendo indicação, o bebê, argumenta, passaria pelo ultrassom do sistema nervoso central. Se o resultado fosse de grande comprometimento neurológico, a criança já poderia ser encaminhada a um neurologista. “A ideia, com o ultrassom, é introduzir um elemento que ajuda no diagnóstico de crianças com perímetro cefálico abaixo de 32 cm. Qualquer técnico bom e que esteja habituado a examinar recém-nascidos consegue fazer isso.”

Fonte: Folha de Pernambuco

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